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Calcular Volume – Piscina Irregular

Mesmo sabendo calcular o volume de piscinas com formato regular (aquelas retangulares, ovais, redondas, etc.), muitas vezes nos deparamos com piscinas com formatos irregulares, e é aí que o trabalho de cálculo do volume pode ficar um pouco mais complicado.

Para medir a capacidade de água em piscinas deste tipo, podemos trabalhar de duas formas. A primeira, é tentar identificar formas geométricas regulares que compõem a piscina, ou seja, temos que tentar identificar formas circulares, quadradas ou retangulares, calcular o volume de cada parte individualmente e, depois, somar o volume de cada uma dessas partes para termos o volume total da piscina.

No entanto, nem sempre isto é possível, pois existem piscinas com formas completamente irregulares que não podem ser subdivididas em figuras geométricas simples.

Para este tipo de piscina, a Piscina Fácil recomenda – utilizando apenas duas trenas, papel, caneta e uma calculadora – o seguinte:

PRIMEIRO PASSO

Coloca-se trena ao lado da maior dimensão da piscina (seu comprimento). Mantendo-se a trena no chão, mede-se a cada um metro a largura da piscina utilizando outra trena, procedendo-se desta forma até o final da piscina.

 

SEGUNDO PASSO

Após finalizarmos todas as medições de largura da piscina, soma-se seus valores e divide-se pelo número de medições obtendo-se assim o valor médio de largura da piscina

 

TERCEIRO PASSO

Multiplica-se o valor de largura médio pelo comprimento total da piscina, obtendo-se, assim, a área da piscina com uma boa aproximação;

Para encontrar o volume de água da piscina, caso a mesma possua uma profundidade constante, multiplica-se a área calculada pela profundidade.

 

Muitas vezes iremos encontrar piscinas com profundidades que variam muito. Neste caso, utilizamos para o cálculo do volume a profundidade média.       

 

Uma maneira simples de realizar este cálculo é somar à profundidade menor à profundidade maior. O resultado dessa soma, deve ser divido por dois, obtendo-se assim a profundidade média.

 

Porém, caso a profundidade não varia uniformemente ao longo do comprimento da piscina, o mais correto é anotar a profundidade a cada um metro, somar suas medições e divida-las pelo número de medições realizadas, obtendo-se, assim, a profundidade média da piscina.

 

Este resultado, quando multiplicado pelo valor da área encontrado, nos dá a capacidade em metros cúbicos de água da piscina.